(44) 3421-4050 / (44) 99177-4050

Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Compartilhe:
Saldo de empresas cresce 65% em janeiro de 2025, informa relatório da Jucepar
Foto: Gabriel Rosa/AEN
Saldo de empresas cresce 65% em janeiro de 2025, informa relatório da Jucepar Foto: Gabriel Rosa/AEN

DESEMPENHO

Paraná começa 2025 com 66% de aumento na abertura de empresas

Em janeiro de 2025, o saldo foi de 19.225 empresas, enquanto no primeiro mês do ano passado foram 11.586. Além disso, o Paraná voltou a aparecer entre os líderes nacionais na velocidade de abertura de empresas, com apenas 8h55 em janeiro

O ano de 2025 iniciou aquecido no Paraná, com o aumento de 66% no saldo de empresas em janeiro em relação ao mesmo período de 2024. Em janeiro de 2025, o saldo foi de 19.225 empresas, enquanto no primeiro mês do ano passado foram 11.586. O aumento foi puxado por mais registros de microempreendedores individuais (MEIs), empresas limitadas, sociedades anônimas fechadas, cooperativas e consórcios. Além disso, o Paraná voltou a aparecer entre os líderes nacionais na velocidade de abertura de empresas, com apenas 8h55 em janeiro.

Os dados estão no relatório de abertura e fechamento de empresas divulgado pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar) nesta sexta-feira (7).

Em janeiro de 2024 foram registrados 16.251 MEIs, 2.781 empresas limitadas, 35 sociedades anônimas fechadas, sete cooperativas e nenhum consórcio. Já neste ano, os números aumentaram para 31.411 MEIs, 43 sociedades anônimas fechadas, 10 cooperativas e sete consórcios.

O número de empresas abertas em janeiro deste ano foi 48% maior do que em janeiro passado. Foram 40.021 empresas em 2025, enquanto em 2024 foram 27.025. Atualmente, o Paraná soma 1.778.208 empresas, sendo 1.698.334 matrizes e 79.874 filiais.

O saldo de empresas é calculado entre as aberturas e baixas de registros no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Em janeiro de 2025 foram 20.796 baixas.

“Os dados mostram que a economia do Paraná vai de vento em popa, com o empreendedor acreditando no Estado, que está reduzindo burocracias e a Junta Comercial está sendo ágil no processo de registro de empresas”, diz o presidente da Jucepar, Marcos Rigoni.

DESCOMPLICA PARANÁ – Em janeiro de 2025, 3.724 empresas obtiveram o selo do Baixo Risco, sendo 56% (2.077) na abertura e 44% (1.647) em alterações. Ou seja, duas em cada 10 empresas abertas no Paraná foram beneficiadas com o selo de Baixo Risco.

O selo é previsto no Decreto nº 3.434/2023, de 14 de setembro de 2023, que regulamenta a Lei da Liberdade Econômica no Paraná, classificando as empresas como de baixo risco e as dispensando da emissão de alvarás de funcionamento e licenciamentos no caso de 771 atividades econômicas. A dispensa se aplica no caso de alvarás e licenciamentos do Corpo de Bombeiros, da Vigilância Sanitária, Meio Ambiente e Defesa Agropecuária.

No primeiro ano de vigência do decreto nº 3.434/2023, 31.605 empresas foram beneficiadas (excluindo-se as MEIs). Desse total, 57% dos selos foram emitidos pela Jucepar em aberturas de empresas e 43% em alterações. Curitiba (9.297), Maringá (2.636), Londrina (1.806), São José dos Pinhais (1.030) e Cascavel (963) foram as cidades que mais tiveram empresas beneficiadas pelo selo de Baixo Risco desde o início da vigência do decreto, em 31 de janeiro de 2024.

AGILIDADE – O Paraná subiu novamente no ranking de tempo de abertura de empresas no Brasil, passando do 7º para o 2º lugar, atrás apenas de Sergipe. O Paraná obteve o tempo médio de 8 horas e 55 minutos no período, movimentando 7.182 processos. O estado sergipano, por outro lado, movimentou apenas 600 processos com tempo de 7 horas e 4 minutos – 12 vezes menos do que o volume paranaense.

No Brasil, o tempo médio de abertura de empresas no mês foi de 24 horas, com o movimento de 84.330 processos. Estados próximos do Paraná levam até mais tempo: São Paulo (32 horas), Minas Gerais (31 horas), Rio de Janeiro (29 horas) e Santa Catarina (23 horas)

O tempo total de abertura de empresas leva em consideração o tempo na etapa de viabilidade, na validação cadastral que os órgãos efetuam e na efetivação do registro, com a obtenção do CNPJ. Não são considerados os tempos de inscrições municipais ou estaduais e nem a obtenção de licenças para o funcionamento do negócio.

Compartilhe: