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É preciso entender quais são as dívidas, quanto custam em juros e como impactam o orçamento mensal
Foto: Freepik
É preciso entender quais são as dívidas, quanto custam em juros e como impactam o orçamento mensal Foto: Freepik

ANO NOVO, DÍVIDAS VELHAS

Parte dos brasileiros deve começar 2026 endividada

Uma parcela dos brasileiros deve atravessar a virada do ano com contas pendentes. Levantamento da fintech meutudo, feito com 5.143 pessoas, aponta que, até outubro deste ano, 31% tinham alguma dívida em aberto. O dado acende um alerta para quem já começa a pensar no planejamento financeiro de 2026.

A pesquisa mostrou que, entre os endividados, 38% não conseguiriam quitar os débitos ainda em 2025. Outros 25% previram a regularização para 2026. Como alternativa, 51% pretendiam cortar gastos nos próximos meses e 22% planejavam renegociar ou buscar crédito com juros menores.

Para Marcio Feitoza, CEO da meutudo, o início do ano é um momento-chave para retomar o controle das finanças. “Antes de pensar em novos planos ou objetivos, é fundamental entender exatamente quais são as dívidas, quanto elas custam em juros e como elas impactam o orçamento mensal. Organização e informação fazem toda a diferença nesse processo”, afirma.

Veja as dicas do especialista:

1) Mapeie todas as dívidas: liste valores, taxas de juros e prazos. Identificar quais débitos têm juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial, é essencial para definir prioridades.

2) Priorize créditos com juros menores: sempre que possível, avalie modalidades de crédito com juros mais baixos. Linhas como o crédito consignado, quando disponíveis, costumam ter taxas mais baixas e parcelas previsíveis, o que pode ajudar na reorganização do orçamento.

3) Renegocie com os credores: buscar alongamento de prazos, redução de juros ou descontos para pagamento à vista pode aliviar o orçamento mensal e evitar atrasos.

4) Tenha cautela ao contratar novo crédito: mesmo em linhas mais baratas, o crédito deve ser usado de forma planejada. O ideal é que a parcela caiba no orçamento sem comprometer despesas essenciais.

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