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O médico João Paulo Guimarães realiza procedimentos diretamente na Uroclínica, sem necessidade de internamento hospitalar - Foto: Ivan Fuquini

PROTEJA SUA SAÚDE

Pedras nos rins: como identificar, prevenir e tratar de forma minimamente invasiva?

Mesmo tomando todos os cuidados necessários, os cálculos renais podem se formar. Por isso, ao primeiro sinal, busque ajuda adequada

Estima-se que 10% a 15% dos seres humanos vão desenvolver pedras nos rins em algum momento da vida. Apesar de comum entre a população mundial, a condição ainda não é devidamente prevenida, e só passa a ser cogitada como um problema real quando os sintomas – normalmente bastante desagradáveis – começam a aparecer.

O médico João Paulo Guimarães, urologista em Paranavaí, explica que as pedras nos rins são depósitos de minerais e sais que se formam nesses órgãos. Em alguns casos, os cálculos dificultam a passagem da urina, causando dor intensa. 

A dor, inclusive, é um dos primeiros sinais manifestados. Normalmente, o desconforto, bastante intenso, é sentido nas costas ou nas laterais do corpo. Também é comum que o paciente apresente sangue na urina e necessidade frequente de urinar. 

Para ser diagnosticada, a condição requer avaliação médica e realização de exames de imagem. “Ultrassom e tomografia ajudam a identificar o tamanho e localização das pedras e, posteriormente, a indicar o tratamento mais eficaz”, revela o especialista. 

Tratamento – Após identificado, o problema pode ser tratado com ou sem interferência cirúrgica, segundo o urologista. A escolha vai variar conforme a gravidade do caso. 

De acordo com Guimarães, entre os tratamentos menos invasivos, os mais comuns são elevar a hidratação do paciente, fazer o uso de medicamentos para dor e da terapia de expulsão de pedras. 

Em casos em que a intervenção não deixa de ser necessária, há três tratamentos disponíveis: 

– Litotripsia: no procedimento, o urologista faz a quebra das pedras com ondas de choque. Assim, os pedaços menores podem ser expelidos mais facilmente pela urina;

– Ureteroscopia: neste tratamento, a remoção das pedras ocorre com a ajuda de um endoscópio. Novamente, o cálculo é quebrado em pedras menores, facilitando a eliminação;

– Cirurgia percutânea: opção mais invasiva, requer a remoção por meio de uma pequena incisão para retirada completa das pedras. 

Prevenção – Maneira mais simples e conhecida de prevenção, a hidratação é o recurso mais eficiente para evitar a formação de pedras nos rins. “Beber bastante água ajuda a eliminar as pedras pela urina e evita que novas se formem”, orienta o urologista. 

Para saber se o consumo diário de água é suficiente, o médico indica prestar atenção à coloração da urina. Xixi em tons de amarelo claro representa uma hidratação adequada. 

No entanto, mesmo tomando todos os cuidados necessários, os cálculos renais podem se formar. Por isso, ao primeiro sinal, busque ajuda adequada. “Ao sentir dor intensa, febre, náuseas ou dificuldade para urinar, procure atendimento médico”, recomenda o especialista.

Em Paranavaí, em alguns dos casos que necessitam de intervenção cirúrgica, os procedimentos podem ser realizados diretamente na Uroclínica, sem necessidade de internamento hospitalar. 

SERVIÇO

João Paulo Guimarães – Médico cirurgião geral e urologista (CRM/PR 22645 | RQE 16553 | RQE 2220)

Endereço: Uroclínica – Rua Marechal Cândido Rondon, 1345, próximo à Praça da Xícara, Centro de Paranavaí

Telefone/WhatsApp: (44) 9 9931-5676

Instagram: @joaopaulomguimaraes

Site: www.drjoaopauloguimaraes.com.br

Fonte: Diário do Noroeste

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