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Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

DEFESA DO CONSUMIDOR

Procon de Paranavaí monitora reajustes no mercado de combustíveis

O Procon de Paranavaí realizou na última semana uma nova pesquisa de preços de combustíveis na cidade, dando continuidade ao monitoramento sobre os valores praticados nas bombas. Ao confrontar os dados coletados com as pesquisas realizadas nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, o órgão identificou uma trajetória de alta nos preços médios, o que exige atenção redobrada no mercado.

Na nova pesquisa, o preço médio da gasolina comum ficou em R$ 6,24. O valor era de R$ 6,13 em fevereiro e R$ 6,14 em janeiro. O cenário é ainda mais acentuado no Diesel S10, cujo preço médio saltou de R$ 5,98 em fevereiro para R$ 7,15 nesta pesquisa atual.

“É fundamental que o consumidor compreenda que a cadeia produtiva de combustíveis no Brasil é composta por refinarias, responsáveis pela produção; distribuidoras, que gerenciam a logística de transporte; e postos de revenda, que constituem o valor final. Segundo as normas vigentes, os postos de combustíveis não possuem autorização para comprar combustível diretamente das refinarias, dependendo exclusivamente das distribuidoras para receber o produto”, explicou o coordenador do Proncon, Dr. Alexandre Costa.

“Portanto, a elevação percebida na bomba é, muitas vezes, reflexo de uma cadeia que envolve custos de logística, margens das distribuidoras e a flutuação do preço do barril de petróleo no mercado internacional, que tem sofrido pressão devido a tensões geopolíticas globais”, complementou.

O Procon de Paranavaí ainda lembrou que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) é a principal ferramenta de proteção nestes casos. O artigo 39, inciso X, da lei, estabelece de forma clara que é vedado ao fornecedor elevar, sem justa causa, o preço de produtos ou serviços. A prática de repassar aumentos de forma arbitrária ou elevar preços em estoques já adquiridos por valores anteriores para ampliar lucros configura, em tese, prática abusiva.

Por essa razão, o órgão acompanhará de perto a movimentação de preços nos postos, não descartando a instauração de processos administrativos para investigar possíveis reajustes sem a devida comprovação de custos.

“A população deve ficar atenta e pesquisar antes de abastecer, utilizando os levantamentos como base de comparação”, finalizou o coordenador. 

A pesquisa completa está disponível no link: Clique aqui para acessar

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Paranavaí

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