Pesquisar os preços antes de abastecer pode fazer diferença no orçamento dos motoristas de Paranavaí. Um levantamento do Procon, realizado em 8 de outubro, identificou variações nos valores cobrados pelos postos da cidade. No caso do etanol, por exemplo, o litro foi encontrado por R$ 3,59 em um estabelecimento e R$ 4,32 em outro, a diferença também aparece na gasolina e no diesel, segundo os dados coletados pelo órgão.
Na gasolina comum, os preços variaram de R$ 5,89 a R$ 6,89, já a gasolina aditivada foi encontrada entre R$ 6,09 e R$ 7,15, uma diferença de R$ 1,06 por litro. No caso do diesel, o litro do S500 custava entre R$ 6,59 e R$ 7,99, já o S10 variava de R$ 7,19 a R$ 8,14.
Entre os combustíveis pesquisados, o diesel S10 apresentou o maior preço médio, de R$ 7,72. A gasolina comum teve média de R$ 6,31, a aditivada, de R$ 6,50, o etanol, de R$ 3,86, e o diesel S500, de R$ 7,22.
Segundo o Procon, o preço médio da gasolina comum apresentou leve recuo em relação a agosto, quando era de R$ 6,34. Já o etanol e o diesel registraram altas no período. O órgão também apontou que o diesel voltou a se aproximar dos valores registrados no primeiro trimestre do ano, quando o preço médio do S10 chegou a R$ 7,80.
O diretor do Procon de Paranavaí, Dr. Alexandre Costa, destaca que a pesquisa permite ao consumidor comparar os valores praticados na cidade e escolher onde abastecer com mais economia.
“Quando observamos variações que ultrapassam 20% em um mesmo combustível entre diferentes postos, fica evidente que o consumidor que pesquisa consegue obter uma economia expressiva. Nosso compromisso é manter o monitoramento frequente e acompanhar a conduta dos estabelecimentos para garantir a transparência e coibir eventuais reajustes sem justa causa”, afirmou Alexandre.
Os preços cobrados nas bombas podem variar conforme os custos logísticos, operacionais e de distribuição. Os postos de revenda dependem das distribuidoras para adquirir os combustíveis, e os valores repassados ao consumidor refletem diferentes fatores da cadeia de comercialização.
O Procon continuará monitorando os preços no município e orienta os consumidores a exigir o cupom fiscal após o abastecimento. O documento é importante para formalizar eventuais denúncias junto ao órgão.
A pesquisa completa, com os preços praticados, os endereços e a relação dos postos consultados, está disponível no material divulgado pelo Procon e nas redes sociais do órgão, por meio do link na bio do Instagram.
















