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Autoridades buscam apoio por ativação plena da Unidade Morumbi e da urgência do Hospital Santa Catarina, em Loanda. — Foto: Ivan Fuquini

SAÚDE PÚBLICA

Região se une para buscar ampliação de leitos e desafogar atendimento do SUS

Prefeitos da Associação dos Municípios do Noroeste Paranaense (Amupar), secretários municipais de Saúde, representantes da 14ª Regional de Saúde e dirigentes de hospitais da região se reuniram na tarde desta quarta-feira (13) para discutir a ampliação da rede de atendimento do Sistema Único de Saúde no Noroeste do Paraná.

A mobilização tem como objetivo buscar apoio da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) para ampliar o número de leitos e ajudar a reduzir a superlotação que hoje atinge a rede regional, especialmente nos atendimentos de urgência e emergência.

Segundo a secretária de Saúde de Paranavaí, Andreia Vilar, o movimento reúne os gestores dos 28 municípios atendidos pela regional, representados pelo presidente da associação, o atual prefeito de Mirador, Fabiano Travain. A discussão já vem acontecendo há algum tempo e ganhou força diante da dificuldade para dar continuidade ao atendimento de pacientes de toda a região que aguardam por uma vaga hospitalar.

A articulação regional mira, de forma mais direta, a ativação plena da Unidade Morumbi, da Santa Casa de Paranavaí e da estruturação da emergência do Hospital Santa Catarina, em Loanda. A avaliação dos gestores é de que a ampliação desses espaços pode aliviar a pressão sobre a rede hospitalar e melhorar o fluxo de atendimento.

Andreia Vilar defendeu, durante reunião regional, a ampliação de leitos para reduzir a superlotação e destravar atendimentos do SUS no Noroeste – Foto: Ivan Fuquini

A secretária explicou que a principal demanda da reunião é pela ampliação e pela contratualização dos leitos, ferramenta usada no SUS para formalizar acordos entre o poder público e os prestadores de serviço da rede privada, definindo metas e a oferta de atendimento para a rede pública, que hoje já trabalha acima da capacidade.

Hoje, segundo Vilar, a maior pressão recai sobre a Santa Casa de Paranavaí, que, além dos atendimentos particulares e grande parte das cirurgias eletivas, concentra também os atendimentos de urgência e emergência para os 28 municípios da região.

Na prática, a superlotação da urgência tem afetado diretamente os outros atendimentos ofertados. Isso porque os leitos acabam ocupados por pacientes que chegam em situação emergencial, o que dificulta a ampliação das chamadas cirurgias eletivas, aquelas que são programadas com antecedência.

A reunião desta quarta-feira teve o objetivo de mostrar a situação da Santa Casa de Paranavaí e buscar a união entre os municípios da Amupar para fortalecer o pedido conjunto à Secretaria de Estado da Saúde por mais recursos, para que seja possível ativar a capacidade plena da Santa Casa de Paranavaí, por meio da Unidade Morumbi, e realizar atendimentos de emergência no Hospital Santa Catarina em Loanda.

Fonte: Gabriel Trevisan - Da Redação

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