Assim como as atividades em ambiente urbano, os produtores rurais não estão isentos de eventualidades. Problemas com equipamentos e eventos climáticos, por exemplo, podem comprometer colheitas inteiras, afetar criações e, consequentemente, a renda de agricultores e pecuaristas. Em casos de eventualidades, o seguro agrícola se apresenta como alternativa para minimizar riscos e conquistar garantias.
Estabelecendo um paralelo, este tipo de seguro funciona basicamente como uma apólice de seguro tradicional. A diferença, como se pode presumir, é que a cobertura é voltada exclusivamente à cobertura de eventuais prejuízos no agronegócio.
João Carlos Simon, administrador da Jota Corretora de Seguros de Paranavaí, detalha que é possível contratar diversos tipos de cobertura, de avarias em maquinários agrícolas a perdas inesperadas com incêndios ou vendavais.
Os valores de seguro, segundo ele, também são variáveis, seguindo a necessidade de cada produtor. “Equipamentos agrícolas, maquinários linha amarela e todo acidente que supere o valor de franquia em caso de colisão, obstáculos em solo, tem cobertura”, cita.
A proteção se estende a estruturas e barracões em propriedades agrícolas. De acordo com Simon, em caso de incêndio, vendavais e descargas elétricas que afetem a produção ou criação de animais, o seguro ampara e ressarce o agricultor. “O mesmo se aplica aos veículos da propriedade. Se um veículo está sendo utilizado próximo a um rio e cai dentro da água, por exemplo, a seguradora também dá o respaldo.”
O especialista acrescenta que o seguro precisa ser entendido como ferramenta de estabilidade. “Seguro não é gasto, é investimento em segurança e tranquilidade. Prevenir-se de possíveis adversidades faz toda a diferença”, pontua.
SERVIÇO
Jota Corretora de Seguros
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