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COMO VOCÊ SE VÊ?

Vamos falar sobre autoimagem nas redes sociais

Você já parou pra pensar sobre o modo como você olha e interpreta a si mesmo?

E sobre quais influências incidem nesse seu olhar?

A sociedade sempre exerceu influência na maneira como as pessoas se veem. Podemos ver as exigências sobre os corpos, sobretudo os femininos, que seguem a lógica do corpo ideal esteticamente. O corpo ideal é apresentado na TV, cinema e redes sociais.

Falando em redes sociais, temos uma grande influência social sobre a autoimagem das pessoas em relação a outras esferas da vida. Nas redes sociais, obter o corpo dito como ideal socialmente já não é o suficiente. É preciso ter e apresentar por meio de reels, stories e fotos, uma vida pessoal e profissional dentro dos moldes ditados pela sociedade atual. Neste meio a mensagem é clara, qualquer pessoa pode alcançar o sucesso, seja por meio de uma dança que viralizou, uma atuação constante nas redes sociais, ou por meio das diversas fórmulas mágicas que tantos profissionais vendem diariamente nas redes sociais.

A autoimagem, ou a percepção que uma pessoa tem de si mesma, é profundamente influenciada pelas redes sociais. Aqui estão alguns pontos chave sobre essa relação:

  1. Comparação Social: As redes sociais promovem a comparação constante com os outros. As pessoas frequentemente comparam suas vidas reais com as versões idealizadas e editadas das vidas dos outros que veem online, o que pode levar a sentimentos de inadequação e baixa autoestima.
  2. Busca por Validação: Likes, comentários e compartilhamentos funcionam como formas de validação social. A quantidade de interações que uma postagem recebe pode afetar como a pessoa se sente sobre si mesma. A ausência ou presença reduzida de feedback positivo pode contribuir para sentimentos de rejeição ou inferioridade.
  3. Filtro e Edição: Ferramentas de edição de fotos e filtros são amplamente usadas para melhorar a aparência nas postagens. Isso cria padrões de beleza irreais e pode levar a uma distorção da autoimagem, onde a pessoa se sente pressionada a corresponder a essas expectativas editadas.
  4. Cultura da Performance: As redes sociais incentivam a curadoria de uma “marca pessoal”, onde as pessoas sentem a necessidade de projetar uma versão idealizada de si mesmas. Isso pode resultar em um descompasso entre a autoimagem privada e a pública.
  5. Efeitos Psicológicos: Estudos mostram que o uso excessivo das redes sociais está associado a vários problemas psicológicos, incluindo ansiedade, depressão e distúrbios alimentares. A exposição constante a imagens idealizadas e a necessidade de validação podem impactar negativamente a saúde mental.
  6. Influenciadores Digitais: Os influenciadores têm um papel significativo na formação da autoimagem dos seguidores. Suas vidas e aparências perfeitas podem criar um padrão difícil de alcançar, aumentando a pressão sobre os indivíduos para se conformar a essas normas.

Para minimizar esses efeitos negativos, é importante promover uma utilização consciente e equilibrada das redes sociais, além de realizar a distinção entre realidade e as representações idealizadas online. Incentivar uma autoimagem saudável envolve reconhecer o valor próprio além da validação externa.

Desse modo, é importante discutirmos a influência das redes sociais sobre a autoimagem e a pressão que as pessoas sofrem para seguirem tendências estéticas ou a retratar um estilo de vida e/ou profissional idealizado e imposto pela sociedade.

É importante pensar que a autoimagem é uma construção pessoal e deve ser elaborada a partir da própria visão de si mesmo e não por meio das expectativas de uma sociedade volátil. É preciso desenvolver o autoconhecimento e ter coragem para se libertar das pressões externas, abraçando assim, a sua individualidade e imperfeições…

É fundamental que as pessoas aprendam a valorizar a si mesmas e a construir uma autoimagem positiva, baseada em suas próprias características e qualidades, independentemente dos padrões impostos pela sociedade e pelas redes sociais.

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