Nesta sexta-feira (27), o Diário do Noroeste circula a edição impressa número 20 mil. Uma data que merece ser refletida para além dos números. São 20 mil dias levando as principais notícias, informações e reflexões à casa dos assinantes. Fundado no dia 23 de outubro de 1955, o Diário do Noroeste existe há 25.772 voltas da Terra em torno do próprio eixo, ou seja, 70 anos e 155 dias.
Em tantas voltas, o DN trabalhou de forma incansável. Mais acertou do que errou. Foram muitas lutas pelas boas causas. Para ficar entre dois exemplos, é marcante a duplicação da BR-376 até Maringá, o que poupou centenas de vidas e milhões de reais em danos materiais. O benefício foi finalmente conquistado após muita luta e engajamento comunitário no ano de 2017. O Diário do Noroeste levantou a bandeira. Vencemos.
A próxima luta está posta. O Diário do Noroeste abraçou a causa da duplicação da mesma rodovia até a barranca do rio Paraná e a construção da ponte interligando o estado a Mato Grosso do Sul. Os primeiros passos foram dados com a apresentação do pré-projeto da ponte no último dia 21 deste mês pelos governadores Ratinho Junior (PR) e Eduardo Riedel (MS).
Para além das conquistas políticas e de grandes obras de infraestrutura, o Diário do Noroeste tem o compromisso social do dia a dia, dando suporte para as entidades e divulgando a prestação de serviço.
Desta maneira, chega até o lar das pessoas e até as empresas de várias partes do país em formato de jornal-padrão (30cm por 52cm) contendo as principais notícias do dia e as reflexões necessárias para que o leitor/assinante se mantenha bem informado. Importante salientar que, por definição, o jornal impresso é uma revista diária, ou seja, uma seleção das notícias do dia anterior.
O formato impresso, que tanto contribui para a formação e a opinião comunitárias, vive um novo momento. Agora, o impresso conversa com o digital, que por sua vez fala em tempo real com as redes sociais. Tudo sem perder a essência: notícia com responsabilidade.
Neste conjunto de 20 mil edições, há um fator determinante: a fidelidade do leitor. O ato de ler o jornal rotineiramente tem uma importância para além dos gestos mecânicos que fazemos sem perceber. Afinal, ler é um ato voluntário. Compreender a notícia exige que o leitor deixe de lado as suas atividades domésticas, as demais práticas laborais e se isole no seu canto preferido para simplesmente ver notícias contadas em letras ou em fotografias. Na mídia impressa é o leitor quem decide. Cabe sempre a ele a palavra final, seja criticando, elogiando ou simplesmente guardando para si o conteúdo que será utilizado para a vida. É impossível enganar quem lê para além do que está escrito.
Obrigado, leitor do Diário do Noroeste.
E que venham as próximas 20 mil edições.




