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Estado e Anvisa realizam ação de vacinação em aeroportos do Paraná com foco na Copa do Mundo Foto: SESA

SAÚDE

Estado e Anvisa levam vacinação a aeroportos do Paraná com foco na Copa

Mobilização acontece em um momento estratégico, a pouco menos de um mês da Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, Canadá e México. Os três países norte-americanos registram surtos ativos de sarampo. Participam os aeroportos de São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá.

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), realiza nessa semana ações de vacinação contra o sarampo em quatro aeroportos do Paraná. O objetivo é imunizar trabalhadores e viajantes que precisam atualizar a carteira de vacinação.

Os cinco maiores aeroportos do Paraná foram convidados a participar da ação. Quatro concessionárias aeroportuárias aderiram e, nesta terça-feira (19), a vacinação ocorre no Aeroporto Internacional Afonso Pena (CWB), em São José dos Pinhais, entre 8h e 17h; e no Aeroporto de Londrina Governador José Richa (LDB), entre 8h e 14h.

Na quarta-feira (20) será no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (IGU), entre 9h30 e 17h e, na quinta-feira (21), a imunização ocorre no Aeroporto Regional de Maringá Silvio Name Júnior (MGF), das 11h às 14h e das 17h às 20h.

O secretário estadual da Saúde, César Neves, ressalta que o Paraná não registra casos de sarampo desde 2020, mas o cenário internacional exige cautela. “É uma situação de vigilância e monitoramento permanente, já que estarmos a pouco menos de um mês da Copa do Mundo. E sabemos em território norte-americano, mexicano, canadense houve casos nos últimos anos. Por isso a importância de reforçarmos a imunização”, afirmou.

A vacina tríplice viral, indicada contra o sarampo, rubéola e caxumba, está disponível nas mais de 1.800 salas de vacinação em todo o Paraná. O imunizante leva em média de duas a três semanas para garantir a resposta imunológica adequada no organismo.

PREVENÇÃO 

A articulação da Sesa com a Anvisa teve início ainda no ano passado. A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, alerta sobre o risco de reintrodução do vírus no Estado. Segundo ela, a proteção individual reflete diretamente na saúde coletiva.

“Os viajantes precisam saber que os Estados Unidos, o Canadá e o México já estão com surto de sarampo, e eles indo para lá, podem voltar e transmitir o vírus para a nossa população. É muito importante que, antes de ir, já tome a vacina e se proteja contra o sarampo. Contamos com a parceria dos nossos órgãos e, principalmente, dos viajantes, para que se vacinem com antecedência e possam voltar com tranquilidade”, afirmou a diretora.

O esquema vacinal do sarampo varia conforme a faixa etária. Pessoas de 1 a 29 anos devem ter duas doses com o componente do sarampo. Já a população de 30 a 59 anos precisa comprovar ao menos uma dose. Para receber o imunizante durante a ação nos aeroportos, é obrigatório apresentar documento oficial com foto e a carteira de vacinação.

A Anvisa reforça que é fundamental que os trabalhadores que atuam em portos, aeroportos e fronteiras também estejam com as vacinas em dia. A alta circulação de pessoas procedentes das mais variadas regiões do mundo torna esses profissionais especialmente vulneráveis ao contato com doenças como o sarampo. A Agência atua em parceria com a Sesa, as administradoras aeroportuárias e os municípios, que são responsáveis pela execução da vacinação, para garantir que a comunidade dos pontos de entrada de viajantes no Estado esteja protegida.

OUTRAS VACINAS 

Durante as abordagens nos aeroportos, as equipes de saúde também ofertarão doses contra febre amarela, dupla adulto e influenza (gripe). A vacina contra a febre amarela é aplicada em dose única ou duas doses, a depender da data inicial da vacinação, para pessoas até 59 anos. A vacina dupla adulto (dT) protege contra o tétano acidental e a difteria e é recomendada para pessoas a partir de 7 anos de idade com dose de reforço a cada 10 anos.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

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