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Curso de capacitação realizado neste mês Foto: Divulgação

NO CAMPO

Capacitação forma instrutores em identificação de pragas e doenças da citricultura

Citricultura é a principal atividade da fruticultura, respondendo por mais de 53% da área com frutas no Estado

Diante da crescente ameaça do greening no Paraná, instrutores e técnicos do Sistema Faep passam por novo treinamento, em parceria com o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) e Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). Na primeira quinzena de junho, no Centro de Treinamento Agropecuário (CTA), em Ibiporã, 12 profissionais tiveram aulas prática e teórica sobre identificação, monitoramento e estratégias de manejo integrado de pragas e doenças que afetam os pomares de citros.

“A parceria com o Fundecitrus foi fundamental para essa atualização que permite que os nossos instrutores estejam cada vez mais preparados para seguir auxiliando produtores e trabalhadores da citricultura do Paraná”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. 

A formação faz parte do esforço coletivo que – com outras entidades como Adapar – o Sistema Faep tem feito para combater, entre outras doenças, o greening, considerada a principal ameaça à citricultura no Estado.

“O objetivo do treinamento foi capacitar os instrutores para que eles possam replicar esse conhecimento em suas futuras capacitações, contribuindo para que mais profissionais e produtores tenham acesso às informações sobre o manejo integrado de pragas e doenças dos citros”, destaca a engenheira agrônoma Rita Silva, do Fundecitrus, quem conduziu o treinamento.

Detalhando

Como explica Guilherme Schulze, técnico do Sistema Faep, os 12 profissionais que passaram pela formação já trabalham com a hortifruticultura e têm experiência com citricultura. “Selecionamos instrutores e técnicos de campo do projeto de Assistência Técnica e Gerencial, ATeG, que atuam onde a gente tem uma demanda para essa cadeia produtiva, tanto regiões de destaque quanto regiões menores em ascensão da cultura. Assim, conseguimos levar a formação a representantes de toda área do Estado”, garante.

O chefe da Divisão de Sanidade da Citricultura da Adapar, Diego Juliani de Campos, também participou do treinamento e apresentou a legislação estadual e nacional, além de aspectos sobre a atuação da agência no Estado. “A ideia foi dar condições para o instrutor conseguir levar esse conhecimento ao produtor paranaense e prepará-lo para o que será fiscalizado depois”, completa Schulze.

No Paraná, a Citricultura é a principal atividade da fruticultura, respondendo por mais de 53% da área com frutas no Estado. O cultivo de laranja, tangerina e limões ocorre, principalmente, nas regiões Norte, Noroeste e no Vale do Ribeira.

Fonte: Assessoria

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