Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Compartilhe:
Prevenção continua sendo a principal ferramenta contra esse tipo de crime Divulgação: Freepik

PREVINA-SE

Golpe da restituição do Imposto de Renda exige atenção dos contribuintes

Com o pagamento do primeiro lote da restituição do Imposto de Renda 2026, realizado no final de maio, criminosos voltam a explorar a expectativa dos contribuintes para aplicar golpes utilizando o nome de instituições financeiras. Ao todo, mais de 8,7 milhões de pessoas foram contempladas pela Receita Federal, em um lote que soma R$ 16 bilhões em créditos.

O volume expressivo de recursos movimentados neste período costuma atrair a ação de golpistas, que prometem agilizar o acesso ao dinheiro ou utilizam comunicações falsas para obter informações sensíveis das vítimas. Em muitos casos, informam que a restituição já está disponível e solicitam atualização cadastral, pagamento de taxas ou confirmação de dados bancários para supostamente liberar o valor.

Também são frequentes ofertas de antecipação da restituição com condições aparentemente vantajosas, que levam o contribuinte a compartilhar informações pessoais ou acessar páginas fraudulentas criadas para capturar dados.

Segundo Lívia Silva, gerente de Prevenção a Fraudes do Banco Mercantil, a principal recomendação é desconfiar de contatos não solicitados relacionados ao tema. “Os criminosos costumam explorar momentos em que as pessoas aguardam algum benefício financeiro para criar um senso de urgência e induzir decisões precipitadas. Por isso, é fundamental verificar qualquer informação diretamente nos canais oficiais e nunca compartilhar senhas, códigos de autenticação ou dados bancários em ligações, mensagens ou links recebidos de terceiros”, orienta.

A especialista reforça que informações sobre a restituição devem ser consultadas diretamente nos ambientes digitais da Receita Federal e da instituição responsável pelo pagamento. Também é importante conferir cuidadosamente o endereço dos sites acessados antes de informar qualquer dado.

“Ao identificar uma abordagem suspeita, a recomendação é encerrar o contato imediatamente e buscar orientação junto ao banco. Caso haja prejuízo financeiro ou compartilhamento indevido de informações, o consumidor deve registrar boletim de ocorrência e comunicar a instituição para adoção das medidas necessárias”, explica Lívia.

A prevenção continua sendo a principal ferramenta contra esse tipo de crime. Desconfiar de promessas de liberação rápida de recursos, evitar clicar em links enviados por desconhecidos e confirmar informações em fontes oficiais são atitudes que ajudam a reduzir os riscos e proteger a segurança financeira dos contribuintes.

Fonte: Assessoria

Compartilhe: