Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Casa Maringá – Outubro
CRESOL
Dr. Cleyton
ONIL X
PACAEMBU – Banner maior
Corrida UniFatecie
Prefeitura Paranavaí – OUTUBRO ROSA
ACIAP – Jantar (Grande)
Compartilhe:

DIREITO

Não seja a próxima vítima de feminicídio Pode parecer exagero, mas não é

Ana Lúcia Fernandes

O dia 10 de outubro foi marcado como o Dia Nacional de Combate à Violência Doméstica, e nesta oportunidade venho trazer um alerta.

A maioria dos casos de feminicídio no contexto da violência doméstica tem um histórico bem característico, com alguns comportamentos muito simples que por vezes passam despercebidos ou são ignorados, e posteriormente acabam culminando no óbito da vítima.

A verdade é que, quase sempre, há uma ordem: primeiro a vítima é desqualificada, chamada de “louca”, ou culpada por qualquer situação ruim do casal, e até humilhada ou ridicularizada em público.

Depois, um “simples” ato de ciúmes que vai se tornando descontrolado e evolui para um comportamento possessivo, em que o companheiro começa a ameaçar, controlar para onde a vítima pode ou não ir, com quem ela deve ou não se relacionar, e até mesmo fazendo com que a vítima se afaste dos amigos e familiares.

Mas não para por aí.

Em muitos casos a vítima até percebe esses sinais, mas continua no relacionamento abusivo, na esperança de que o companheiro melhore.

Acontece que a situação só tende a piorar, o companheiro, que até então se mostrava amoroso, agora começa a agredir fisicamente, e a violência que até o momento era verbal e psicológica passa para um estágio muito perigoso.

Ao partir para a violência física, puxões de cabelo, empurrões, tapas, chutes, socos entre outros, a vítima resolve dar um basta e denunciar, pedindo medidas protetivas, mas nem sempre isso é suficiente.

Aqui está um ponto que talvez você não saiba: não adianta pedir as medidas protetivas se a vítima não estiver disposta a ir até o fim com todas as medidas cabíveis, ou seja, deve também representar criminalmente contra o agressor, para que este responda ao inquérito policial e seja devidamente investigado, processado e punido.

QUEBRE O CICLO!

Compartilhe:
ACIAP – Jantar (Pequeno)
UNESPAR
DN (quadradinho)
RENATO BENVINDO FRATA
GUTO COSTA
GUIA GESTÃO
DN (quadradinho)
RENATO BENVINDO FRATA
GUTO COSTA